Nossos ídolos são nossos espelhos...refletem nossa alma, e nos levam ao encontro de nossos desejos, nossos sonhos, nossas fantasias, nosso eu mais profundo...e nos tornam muitas vezes mais fortes, porque acreditamos neles!
Somos assim: sedentos por nos apaixonar, por acreditar, por nos sentir vivos...e é isso que nos torna seres tão incrivelmente sedutores e apaixonantes!
domingo, 16 de setembro de 2007
terça-feira, 11 de setembro de 2007
E por falar em cinema...
Algumas curiosidades que acabei de encontrar:
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... E o Vento Levou, de Victor Fleming, de 1939, foi o filme mais visto em todo o mundo: cerca de 120 milhões de pessoas assistiram à história de amor protagonizada por Clark Gable e Vivian Leigh.
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O filme que usou maior número de figurantes em toda a história do cinema foi Gandhi, 1982, de Richard Attenborough: mais de 300.000.
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O filme que teve mais beijos em toda a história do cinema foi Don Juan (dirigido por Alan Crosland, em 1926). Durante uma hora e cinqüenta e um minutos de duração da história, os atores John Barrimore, Mary Astor e Estelle Taylor beijavam-se 127 vezes.
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Charles Chaplin resistiu bravamente ao cinema falado e, apenas treze anos depois de seu surgimento, o cineasta deu voz a seus personagens em O Grande Ditador/The Great Dictator, de 1940.
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Moniquinha
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Marcadores: O folhetim
Viver é uma arte!
A arte imita a vida ou a vida imita a arte? Nunca
sei ao certo. O mais certo, no entanto, é que alguém deve ter mexido no meu roteiro.Sequestraram o meu príncipe encantado, ou então
caçaram o sapo, que deveria vir a ser o tal, ou, roubaram o bilhete premiado, cancelaram o baile, deram o endereço errado à fada madrinha, ou deram um tombo na figurante, ao invés de jogar à mim, aos pés do galã.Vai ver até, que me confundiram com a vilã, e me
deram o fim trágico e malfadado que a ela caberia, e, nesse caso, valha-me Deus...o pior ainda está por vir. Acho melhor interromper as filmagens, cortar a verba, assassinar o diretor e o roteirista...convém nem saber como vai acabar essa história.Ou, talvez o melhor mesmo seja acordar do sonho, e
compreender, que nem uma coisa nem outra, na verdade, VIVER é uma arte, e o final feliz, nada mais é, do que uma consequência para quem soube escrever bem seu roteiro.Pois é, prancheta na mão, canetinha na orelha,
olhos atentos na vida, e vamos lá...tenho um roteiro inteirinho a reescrever.Que os Zeffirellis, Scorceses, Glaubers,
Babencos, Almodovars, e os demais monstros da sétima arte, me iluminem, me inspirem, e tenham pena de mim.Amém.
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Moniquinha
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Marcadores: Minhas asas
segunda-feira, 10 de setembro de 2007
Pudim da vó Vina...gostinho de saudades!
Ontem foi dia de almoço em família. Coisa rara nos últimos tempos, desde que a nona se foi. 
Foi dia de falar dos banhos no tanque, todos os netos já passaram por lá, num tempo em que piscina era privilégio de muito poucos, o tanque da "vó Vina" era nosso consolo...nosso alívio em dias quentes, tão comuns por aqui. Aquele tanque tem histórias prá contar.
Dia de falar do relicário da família, da forma de gelo, incrível, que sobrevive à quase quarenta anos, ou talvez até mais, com o alumínio brilhante e amassadinho, e com um cortador de gelo ímpar, ninguém tem um desses; pior, ninguém consegue, nem conseguiu nunca manusear o bendito como se deve, é tão perfeito que chega a ser um desafio prás mentes moderníssimas e avançadas. Impecável.
Ah, e o melhor de tudo: dia de comer a sobremesa mais deliciosa das nossas vidas.
O "creme" da vó Vina, sim, creme, pudim não, tem cara de pudim, gosto de pudim, consistência de pudim, mas não é pudim, e ai de quem o chamasse assim. É creme, inigualável. Felizmente, uma das netas conseguiu aprender na prática a receita, e não deixou que ela se perdesse da nossa memória gustativa.
Não tinha essa de ficar anotando a receitinha, tinha que "por sentido", aprender observando e ajudando a fazer. Tinha que ter capricho, cozinhar para a vó Vina, era uma arte, mais que isso, era um dom, de Deus, e por isso, era um momento de extremo zelo e cuidado. Dava gosto vê-la cozinhando, e justamente por isso, dava gosto comer seus quitutes. Mesmo que o menu fosse um simples e trivial arrozinho, com feijão e jiló. Acredite se quiser, esse trivial dá água na boca, e muita saudade. Essa receitinha, é deliciosa...e tem muito, mas muito sabor de quero mais.
Creme da vó VinaIngredientes:
1 pacote de coco ralado
6 ovos
7 colheres rasas de farinha de trigo
11 colheres cheias de açúcar
1 lata de leite condensado
1 litro de leite
Preparo:
Bater no liquidificador o coco(reservando um pouco pra´decorar o creme), o açúcar, o leite condensado e os ovos. Bater bem, para não ficar com o gosto do ovo. Colocar um pouco de leite e a farinha, e ir misturando.
Obs: o leite tem que ser colocado aos poucos, pois a receita rende dois cremes, e não cabe toda no copo do liquidificador. Tem que se usar um recipiente auxiliar para ir misturando tudo.
Fazer uma calda, de açúcar, rala, para untar as formas. Despejar o creme, e cozinhar em banho maria. Depois de pronto, e frio, desenformar e salpicar o restante do
coco.Pronto, é de comer ajoelhado!!
Bom apetite!
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Moniquinha
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Marcadores: Fogão de lenha
Voa, voa borboleta, voa, voa liberdade! Nas asas da minha saudade!
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Moniquinha
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Marcadores: Minhas asas



